sexta-feira, 1 de maio de 2009

Cave Story


Teleportado para um universo paralelo, conheci pessoas, robôs e mimigas inesquecíveis, que marcaram, sem dúvida, para sempre. Vivi dois dias ao lado destes seres, rindo, chorando, suando, sofrendo, comemorando. Dois dias no lar deles, aquela ímpar ilha flutuante, nascente de sonhos e pesadelos.
Mas a ilha caiu. Eu a derrubei. Hmmm... Não, não fui eu. Minha consciência está limpa. Semi-limpa. Eu controlava o autor do feito. Logo, divido minha culpa. Mas meu coração partiu. Sim, partiu enquanto via a ilha despencar, porque aquilo marcava o fim. O fim da aventura. O fim dos diálogos marcantes. O fim dos encontros e dos desencontros. O fim dos gritos de sufoco e dos suspiros de alívio.
Cave Story é uma lição. Demonstra, com equilíbrio perfeito entre seus elementos, como uma narrativa deve se comportar dentro de um videogame. Como ela deve se desenvolver, se desenrolar. Como suas personagens devem ser construídas. E como o jogador deve ser nela inserido.
Temos ainda gráficos cativantes e músicas apaixonantes. E uma jogabilidade digna de fazer inveja a qualquer produtor de jogos comerciais (Cave Story é gratuito!). Faça já um favor a si mesmo: http://www.miraigamer.net/cavestory/downloads_1.php.

2 comentários:

Darini, o Valente disse...

hmmmm... vou jogar no PSP. Vamos ver se presta mesmo. :)

[]s

P.S.: nem fiz aquilo ainda, viu! Tô de férias. 8-)

Mateus Fedozzi disse...

Êêê, vida de funcionário público, hein? Quando não está fazendo greve, está de férias.

E minha internet ainda não está funcionando, viu? Por isso que ando ausente dos Messengers da vida...